Tradução de Danielle Fortes
Revisão de Kaline Linhares
e Patrícia Carvalho

twenty one pilots de Columbus, Ohio, pode possivelmente ser a maior banda cult do mundo. Graças a criação de mitos e músicas, eles inspiraram no Skeleton Clique o tipo de super fã clube normalmente reservado para épicos sobre espaço ou aventuras fantásticas. Mas, por trás das fantasias, tem humanidade. Gary Ryan, da NME, encontrou Josh Dun e Tyler Joseph enquanto eles começavam a deslumbrante turnê em arenas do Reino Unido em Birmingham, e ouviu como a família, loucura e ansiedade servem de combustível para as músicas que pulam de gênero em gênero.
Você pode ver a matéria original clicando aqui, ou ler a tradução logo abaixo.

FOTOGRAFIA DOS SHOWS: ANDY FORD | RETRATOS: BRAD HEATON

As filiais da B&Q de Birmingham devem estar com as vendas de fita adesiva amarela decolando. Do lado de fora da Resort World Arena da cidade, em 27 de fevereiro, adolescentes estão colando-as ansiosamente em suas roupas militares de combate verdes. Conforme mais pessoas aparecem – com lenços de pescoço amarelos sendo usados como máscara – é como uma seleção de elenco para uma versão júnior de Uma Noite de Crime (The Purge).

Quem está por perto pode achar que um protesto do Anonymous vai começar, mas é só o Skeleton Clique, o super grupo de fãs ferozmente dedicado de twenty one pilots, esperando do lado de fora do local seis horas antes da dupla de Ohio subir ao palco para dar início a parte do Reino Unido da gigantesca turnê deles, The Bandito Tour.

Eles se fantasiam meticulosamente com uniformes usados pelo vocalista Tyler Joseph e baterista Josh Dun no trabalho de arte apocalíptico e em seus vídeos para o último álbum, Trench. Alguns se sentam com desenhos de seus ídolos. Um deles segura um banner brasonado com as palavras “VOCÊS SALVARAM A MINHA VIDA”.

É adequado, porque twenty one pilots – com suas música de letras que tratam como tema principal a insegurança, saúde mental e fé – é uma banda que salva vidas, uma estrela guia para aqueles que sentem que ninguém os entende.

No papel, entretanto, eles são desafiadoramente estranhos. Com Trench, eles criaram um mundo mítico de alto conceito – um que poderia desconcertar até os escritores do roteiro de Lost. Vagamente, o enredo é sobre uma cidade alegórica chamada Dema e os nove bispos ditatoriais que impedem que os habitantes escapem – e a força rebelde dos banditos que buscam libertá-los. Mas têm muito mais na história que isso.

Longas sub-threads do Reddit são dedicadas a decodificar os significados escondidos nas músicas e decifrar as pistas deixadas em cada pedaço de mídia que a banda divulga. Existem easter eggs em abundância: por exemplo, o nome completo do Nico, da música “Nico and the Niners” – um inimigo chave – é Nicolas Bourbaki, que é o pseudônimo coletivo dos cientistas que inventaram a numeração para o zero – o ø usado na marca comercial de twenty øne piløts.

“Nossa intenção nunca foi escrever um álbum que poderia ser transformado em uma série da Netflix, mas é legal saber que essa pergunta está sendo feita.”

Musicalmente, eles são igualmente não convencionais: uma geração Spotify com uma mistureba de estilos que sem esforço vai abrindo caminho como uma navalha pelo rap, reggae, R&B, prog, electro-pop, indie – basicamente, eles tentaram de tudo, exceto Canto Difônico da Mongólia. No entanto, de alguma forma, é verdade que Blurryface – o marcante quarto álbum deles – levou a dupla para estratosfera em 2015, possibilitando que o baterista Josh Dun faça seus mortais para trás, que são sua marca registrada, nos maiores palcos do mundo.

Por trás dos palcos na arena, os técnicos estão montando uma elaborada e visualmente espetacular produção de Bandito que envolve um carro em chamas e dublês de corpo, que permite que um Tyler usando capuz pareça  desaparecer e reaparecer, como o Houdini, em diferente partes da arena no meio da música.

Versões de pelúcia de Ned – o gremlin fofo feito por computação gráfica que foi apresentado recentemente no vídeo de “Chlorine” – sentam em cima de caixas de som. No primeiro momento que conseguimos ver o Josh – conhecido por suas acrobacias – ele está tocando a bateria no ar e dá piruetas ao som da sua própria música. Depois, Tyler e ele brincam lutando com os aspiradores de pó que estão sendo usados para limpar o palco.

Mas eles têm foco de laser. Em Trench, na música “Bandito”, Tyler canta: I created this world to feel some control (Eu criei este mundo para sentir algum controle), e você sente que isso se estende para todos os aspectos da banda. O time pequeno e protetor é inteiro de sua cidade natal de Columbus, e tudo que a NME faz com a banda acontece embaixo do olhar do seu círculo mais próximo.

Durante a nossa conversa de 70 minutos, o gerente de turnê da banda fica parado de forma intimidadora na porta do camarim deles, adicionando a sensação de que você pode ser arrastado para fora e mantido num abrigo, emergindo meses depois, reprogramado e envolto em fita adesiva amarela.

Por sorte, a banda é encantadora e solícita. O principal compositor das músicas, Tyler, oscila entre ser intenso e fazer piadas curtas com cara impassível (“Nós passamos tanto tempo juntos, eu sinto como se eu soubesse tudo sobre o John”, ele brinca sobre Josh.)

Quando ele está dizendo algo revelador, costuma evitar contato visual. Josh é seu ponto de estabilidade brincalhão e tende a sentar um pouco para trás em silêncio, entrando na conversa apenas quando é feita uma piada. Nenhum deles fala palavrão – nem mesmo uma vez. Tendo vindo direto de uma sessão de autógrafos na HMV, Tyler está preocupado com a sua voz. “Eu tentei não falar com nenhum deles, mas eu não consigo evitar,” ele diz. “Eu digo: Muito obrigado por ter vindo, de onde você veio?”

Eles parecem tocados pelos extremos que os seus fãs atingem. Lá fora, crianças se agitaram vestidas de “bispo” em robes vermelhos esvoaçantes, enquanto na Rússia fantasias de banana apareceram na plateia – uma piada interna de como Tyler e Josh, ambos com 30 anos, têm uma aversão à fruta.

“Nós só providenciamos poucas partes e pedaços da inspiração, mas eles são os que se transformaram no motor da coisa toda,” diz Tyler. Tirando o fato de Tyler ter “ficado em pé na fila por oito horas quando The Killers tocaram na minha cidade natal uma vez”, nenhum deles fizeram grandes esforços por seus grupos preferidos. “Nós queríamos que tivesse existido esse nível de cultura de fãs quando nós éramos mais jovens,” observa Josh. “Porque muitas dessas histórias de como essas crianças se conheceram e como elas se tornaram melhores amigas enquanto elas esperam numa fila por horas e dias seguidos, são inspiradoras e legais.”

Blurryface se tornou o primeiro álbum na história a ter todas as suas músicas certificadas com pelo menos Ouro. Quando eles receberam o Grammy em 2017 de Melhor Performance Pop em Duo/Grupo pelo single “Stressed Out” (ganhando de Rihanna e Drake, e Sean Paul – um homem que os descreveu com “o novo Nirvana”), eles tiraram as calças e ficaram de cueca a caminho do palco, lembrando de como uma vez eles assistiram à premiação de cuecas em Columbus e disseram “se nós algum dia ganharmos um Grammy, deveríamos recebê-lo assim.”

Isso é um indicativo da ambição deles. Tendo formado twenty one pilots como um trio na universidade em 2009, Tyler recrutou Josh e perdeu dois membros em 2011. “Desde o começo, nós tínhamos grandes visões e sonhos de onde queríamos chegar, então nada nos pegou desprevenidos,” diz Josh, sem parecer perturbado. “O que seria mais surpreendente para as pessoas seria a quantidade de vezes que nós viramos um para o outro e dissemos ‘Sim, isso é exatamente o que nós imaginamos e vimos’.”

Durante o ciclo do Blurryface, eles lembram de lotar clubes pequenos, depois teatros, depois arenas no mesmo ano. “Quando você olha de longe, pode pensar que isso foi muito insano”, diz Josh. “Mas nós estávamos em turnê desde 2011, fazendo shows todas as noites, então você está perto demais para perceber. É tipo quando o seu tio que não te viu por um ano chega em você e fala: ‘Você cresceu muito, está enorme.’”

As coisas mudaram, entretanto. Ao ser perguntado quem é o contato mais famoso no celular dele, Tyler procura na lista antes de parar em Chris Martin (“Isso é meio que maravilhoso de dizer em voz alta,” ele ri) – uma vez o vocalista do Coldplay deixou uma mensagem de voz delirante sobre a banda. Josh responde: “Eu cresci ouvindo muito Blink-182, então pensar que nos últimos poucos anos eu me tornei muito amigo do Mark Hoppus é surreal. Quando eu era adolescente, eu nunca teria imaginado que trocaria várias mensagens com ele.”

Em outubro, quando eles lançaram Trench – após um apagão de um ano envolvendo não usar redes sociais ou fazer shows, e uma trilha secreta para os fãs seguirem que levava a esse anúncio – foram apenas derrotados nas paradas por “A Star Is Born”, de Lady Gaga e Bradley Cooper.

Você poderia argumentar que é igualmente cinematográfico: pessoas já sugeriram para Tyler que eles deveriam expandir os promocionais distópicos para um filme. “Nossa intenção nunca foi escrever um álbum que ganhe impulso o suficiente para ser transformado em uma série da Netflix, mas é legal saber que nós criamos algo com conteúdo suficiente para que essa pergunta esteja sendo feita”, ele nega.

Além disso, apesar de ser camuflado em fantasia, e a mitologia de Dema com suas referências a religiões antigas como o Zoroastrismo, Trench é na verdade um estudo do fim dos anos 2010 sobre saúde mental. Escrevendo músicas, assim como em conversas, Tyler diz as coisas mais interessantes quando ele não te olha nos olhos.

Tendo a narrativa pronta “por anos”, ele tentativamente introduziu-a em Blurryface, cujo personagem principal é a personificação de sua ansiedade e insegurança.  Durante esse tempo, ele até se apresentava com suas mãos e pescoço cobertos de tinta preta – para representar as garras tóxicas de sua ansiedade. O jeito que Tyler descreve Trench é semelhante a um mapa psicanalítico do Google.

“É sobre usar a arte de contar histórias para entender melhor um assunto muito menos fantástico que é navegar sua própria psique e dar a ela uma destino e lugares que você deveria ou não visitar e personagens que você deveria evitar. E isso pode ser encontrado dentro da luta de cada pessoa,” diz Tyler.

“É interessante que Blurryface – no qual eu criei um personagem que representa tudo que eu não gostava sobre mim mesmo e tudo que eu estou tentando superar, coincidentemente aconteceu de ser o álbum que realmente virou as coisas pra gente,” ele continua. “Nós sermos forçados a revisitá-lo toda noite é uma lição valiosa nas nossas próprias inseguranças: você trabalha nisso, você tenta superá-lo, mas nunca é algo que você consegue deixar totalmente de lado e se separar.”

Três músicas de Trench fazem Tyler baixar totalmente sua guarda e existir “fora da mitologia de série da Netflix,” como ele coloca. “Smithereens” é uma música de amor fofa guiada por um ukelele para sua esposa, Jenna Black, com quem ele se casou em 2015. “Legend”, por sua vez, é um tributo a seu avô, Bobby, que agraciou a capa de seu álbum de 2013, Vessel, ao lado do avô do Josh. Ele começou a escrever a música quando a demência de Bobby começou a aparecer, mas seu avô faleceu em março do ano passado antes de poder ouvi-la.

Tyler: “Eu menciono na letra: ‘I wish she knew you’ (Eu queria que ela tivesse te conhecido). E eu estou falando sobre a minha esposa, porque quando ela começou a aparecer em casa, ele tinha piorado. Ele costumava ser tão sagaz, iluminava o ambiente e mudava a dinâmica social de qualquer situação, e tem centenas e centenas de histórias clássicas, mas quando ela chegou, ele estava piorando rápido. Ele era imprevisível, não lembrava o nome das pessoas, o que era um tipo novo de dor.”

Os olhos dele começam a encher de lágrimas. “Meu pai me contou que num momento próximo do fim – quando ele lembrava meu nome – ele perguntou ‘O que o Tyler está fazendo?’ Ele sempre perguntava e meu pai sempre tentava explicar: ‘Ele está numa banda, ele toca música.’ E ele dizia: ‘Bom, eu quero ouvir uma música’.”

“E isso foi antes de eu escrever qualquer coisa para Trench. Meu pai dirigia o carro e ele continuava o importunando, ‘Bom, eu quero ouvir uma música.’ E meu pai não tinha nenhuma música nossa no carro. Puramente por desespero, ele liga o rádio e pressiona o botão algumas vezes e uma das nossas músicas estava tocando e ele pode dizer: ‘Aí – aí está ele e essa música é dele.'”

“E então, de um jeito estranho, você pode pensar que todo o sucesso e o reconhecimento que nós tivemos foi tudo só para completar uma pequena história onde meu pai foi capaz de mostrar para o meu avô uma música que eu escrevi, naquele momento na rádio.”

Na música estilo Post Malone, “Neon Gravestones”, Tyler se choca contra o tropel de pessoas que veem como se alguém tirar a própria vida fosse, de alguma forma, ‘glamuroso’ em vez de uma tragédia, cantando: “My opinion/Our culture can treat a loss/Like it’s a win,” (Na minha opinião/Nossa cultura pode tratar uma perda/Como se fosse uma vitória) e a fetichização irresponsável do Clube dos 27¹ (”I could give up and boost up my reputation/I could go out with a bang/They would know my name” – “Eu poderia desistir e aumentar minha reputação/Eu poderia sair com um estouro/Eles conheceriam do meu nome”).

“Eu estava com medo dessa música,” Tyler diz. “Essa música é muito preto e branco. Eu trabalhei intensamente sobre cada pronome. Porque eu sabia que era um tópico sensível, a última coisa que eu precisava era alguém entender errado o que eu estava tentando dizer. Eu estava com medo de não me esconder por trás de metáforas. Eu entendo, sim, que há riscos de ser interpretado ou representado errado. Tem uma chance real de ofender pessoas ou parecer desrespeitoso, mas eu realmente queria focar nas pessoas que estão aqui pra ouvi-la. Eu queria destacar algo que eu gostaria de ouvir quando eu estou passando por esses pensamentos.”

Tyler aplaude a nova geração de artistas falando abertamente sobre sua saúde mental e dispersando o estigma. “Eu penso que nossa cultura, quando se trata de suicídio e depressão, deu saltos e pulos,” ele diz. “Eu estou tão orgulhoso que a música tenha se direcionado para a possibilidade de falar sobre isso tão abertamente, e falar sobre isso é importante. Então de certa forma eu acho que tem um grande aspecto disso que foi coberto com ‘vamos falar sobre isso, tipo, você não está louco, não tem nada de errado com você, apenas olhe quantas outras pessoas estão passando por isso.’”

Trench tem seu ápice em “Leave the City”, que Tyler descreveu como uma “crise de fé.” Ambos, Josh e ele, foram criados em famílias religiosas. O pai de Tyler era o diretor da escola de ensino médio católica da qual ele foi aluno; quando Josh era mais novo, a maioria das músicas seculares eram banidas, fazendo com que ele contrabandeasse álbuns do Green Day embaixo de sua cama.

“Um dos equívocos é por causa de onde estamos e do que fizemos – e porque as pessoas acham que a gente tem algum estilo de vida rock’n’roll louco – que nós descobrimos que não precisamos mais de Deus,” explica Tyler. “E não é isso.”

“Eu sou o tipo de pessoa que precisa desafiar todas as coisas e minha fé é algo com que eu sempre passei por fases de fortes provações e, uma vez eu a passei por testes e vi como ela é, eu sou capaz de aceitá-la novamente. Durante Trench, tem momentos específicos em que você consegue ver como eu estava nessas temporadas de desafios e reaceitação – e eu estava definitivamente passando por um momento desafiador.”

“A pergunta é: eu preciso de Deus? A verdade é que tem dias em que não sei qual a resposta para isso. Alguns dias eu sei porque componho músicas, eu escrevo letras – você vai me ver descobrindo. Eu não posso evitar falar sobre esse tipo de pergunta porque é por isso que eu comecei a escrever música para início de conversa.”

Essas grandes perguntas estão escondidas sob o capô de um carro muito brilhante. O motivo pelo qual twenty one pilots se provou tão cheio de sucesso comercial é porque as próprias músicas estão preenchidas de ganchos. Você não precisa saber que “Leave The City” envolve uma crise existencial – ou requer uma visita guiada em Dema – para apreciar o fato de que parece como M83 produzindo My Chemical Romance no pomposo Black Parade.

O que não pode ser superestimado é o quão divertido o espetáculo ao vivo de twenty one pilots é. Essa noite, eles abrem com Josh segurando uma tocha acesa, colocando fogo em um carro e inclui truques de shows de mágica de Vegas, baterias que vão em cima da plateia, homens usando roupas de proteção química jogando fumaça na plateia, confete e uma competição para encontrar o melhor pai dançarino.

É pouco surpreendente que Tyler diga que ele é competitivo: como alguém que uma vez foi oferecido uma bolsa de estudos de basquete deve ser. Coloque ele com outra banda e é como se fossem hamsters dividindo uma gaiola.

Quando eles assinaram com a fortaleza emo Fuled By Ramen – casa dos amigos Paramore e Panic! At The Disco – Pete Wentz, da Fall Out Boy, colocou-os debaixo das asas pra esculpir isso neles. “Ele nos mostrou como sermos bons irmãos,” diz Tyler. “Porque quando nós começamos a tocar regionalmente, estava na folha de pagamento com nove outras bandas. Você desejava que eles fossem mal para você subir no palco e roubar a cena. Quando nós fomos o show de abertura de P!ATD e Fall Out Boy, tínhamos a mesma mentalidade, mas Pete disse: “Está vendo todas aquelas pessoas lá fora? Vá e faça fãs.”

“E eu nunca tinha percebido…,” ele diz isso com total sinceridade e nenhum traço de hipérbole em sua voz – “que pessoas pudessem ser fãs de mais de uma banda. Mas nós estaríamos mentindo se disséssemos que o traço competitivo tivesse desaparecido totalmente. Nós queremos ser os melhores – e manter uma distância segura de todos os outros.”

Enquanto Trench foi escrito majoritariamente por Tyler em seu estúdio no porão em Columbus e mandado para Josh (que agora mora em Los Angeles), a continuação está sendo escrita na estrada. Ela vai mergulhar mais a fundo no folclore de twenty one pilots. “Tem um personagem que ainda não foi falado, mas que tem um papel importante e é provavelmente o que exploraremos depois,” diz Tyler.

Josh, enquanto isso, tem um casamento a preparar, tendo ficado noivo da atriz e aluna da Disney, Debby Ryan, em dezembro. Ele brinca que vai andar até o altar com solos de bateria. Mas o que está na mira dos dois é o ato final da turnê do Reino Unido – serem a atração principal do Reading&Leeds em agosto.

“Reading&Leeds é um dos primeiros festivais que nós costumávamos assistir quando estávamos nos conhecendo,” diz Tyler. “Víamos gravações na internet. Nós estamos focando nesse show há meses quanto a como a produção será.”

Tyler encara seus sapatos por estar frustrado consigo mesmo. “Eu não consigo colocar em palavras exatamente o quão importante isso é, mas nós estamos muito animados por poder provar para eles que é onde nós pertencemos. Nem todo mundo está lá na plateia para ver você e você tem que os conquistar, você tem que trabalhar duro para eles. Tem outras bandas tentando se destacar – e nós estamos prontos para enlouquecê-los.”

Resistência – guiada pelos Banditos ou não – é inútil.

~~

¹Clube dos 27: nome dado ao (grande) grupo de artistas que, coincidentemente ou não, morreram aos 27 anos de idade, frequentemente pelo uso excessivo de bebidas alcoólicas ou drogas, ou meios violentos de homicídio ou suicídio.


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