Resolvemos abrir vagas para nossa equipe. Dessa vez, as vagas são para apenas 3 funções. Confira mais detalhes sobre cada uma abaixo.
  • Redes Sociais (Facebook, Twitter, Instagram)

Talvez a função mais desejada, mas também a que dá mais trabalho. Para entrar na equipe de redes sociais a pessoa deve ter bastante tempo livre e dedicação. Temos que estar sempre procurando novidades sobre a banda, postando informações e respondendo mensagens em todas as redes.

  • Criador de conteúdo para o site

Nessa função, a pessoa precisará criar uma matéria do zero. Pode ser algo simples que precisamos informar aos outros fãs (por exemplo, a banda ser indicada a alguma premiação) ou algo em que a pessoa terá mais liberdade, como interpretação de alguma música/clipe. Sempre temos matérias para desenvolver e, por ser uma equipe pequena, às vezes não conseguimos postar tudo que queremos.

  • Legendador(a)

Quem for criar legendas receberá traduções dos vídeos feitas pela outra parte da equipe e criará o arquivo a partir disso, tomando os devidos cuidados com sincronização, formatação etc. Quando a legenda está pronta, ela é passada para um revisor que envia o vídeo legendado para o YouTube pelo canal da MKBR. Quem legenda também pode traduzir, criando legendas diretamente. A legenda deverá ser feita no formato .srt, .ass ou .ssa.

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Observações

Você não precisa ser fluente em inglês para fazer parte da equipe, dúvidas aparecem para todos, mas esperamos pessoas que compreendam bem o inglês escrito e falado para que as traduções fluam bem. O que precisamos mesmo é de pessoas que tenham tempo livre e vontade de ajudar de verdade.

Não se inscreva na ilusão de que existem vantagens, infelizmente o site não recebe apoio financeiro.


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Para se candidatar preencha esse formulário.

Comunicado

Por decisão unânime, a equipe da Mutant Kids Brasil decidiu dar uma pausa indeterminada nas atividades do portal.

No dia 02 de setembro de 2020, Tyler Joseph demonstrou indiferença a causas sociais que são importantes para nós e por isso não nos sentimos mais confortáveis em continuar o nosso trabalho de cobrir a banda twenty one pilots.

Depois de meses recebendo mensagens de fãs pedindo que ele se posicionasse em suas plataformas digitais em relação a tópicos importantes, como o movimento Vidas Negras Importam nos EUA e a crescente onda de homofobia na Europa, Tyler publicou uma foto usando tênis de plataforma (salto) como piada, dizendo que estava sim usando sua plataforma.

Horas depois de causar controvérsia, ele começou a falar sobre saúde mental, dizendo que é essa a sua causa, e que ele já carrega peso demais, mas que admira quem batalha por outras causas.

Não é a primeira vez que ele diz algo assim. Em 2016, quando o casamento homoafetivo foi enfim legalizado nos EUA (país onde Tyler mora), ele ficou em silêncio. Ao ser perguntado sobre o que ele achava, Tyler publicou uma mensagem dizendo que não havia postado sobre isso porque "qualquer outra causa, não importa o quão nobre seja, torna-se um peso grande demais para carregar". Ele pediu paciência até que um dia ele "consiga carregar mais peso".

Isso nos leva a concluir que Tyler ainda não aprendeu a carregar o "peso" que nós somos, 4 anos depois. Não sabemos se faz sentido dedicar nosso tempo e energia a alguém que nos enxerga desta forma. A impressão que temos é que as nossas batalhas não são as mesmas, como ele dizia. E isso nos magoa.

Não achamos que todas as celebridades são obrigadas a se posicionar sobre tudo. Mas acreditamos que as pautas sobre identidade estão diretamente ligadas à saúde mental, base sobre a qual a banda construiu sua carreira. Tyler mencionou dados sobre depressão e suicídio, por exemplo, mas ele não olha mais fundo na questão. Há diversos estudos que relacionam esses males ao preconceito que pessoas negras e LGBTQ+ sofrem. É preciso enxergar os fãs.

Não estamos publicando esse texto como uma tentativa de convencer vocês a pensarem como nós. Assim como muitos defendem a opção de Tyler de não se pronunciar, esperamos que entendam a nossa perspectiva. Nossa equipe é e sempre foi diversa, com contribuição de pessoas de diferentes estados, grupos sociais, gêneros, sexualidade, religião e posicionamento político. Infelizmente, não nos sentimentos tão acolhidos pela banda como antigamente, e assim como diversos outros portais pelo mundo estamos tomando essa decisão.

O site, as redes sociais e o canal no YouTube continuarão no ar para quem quiser conferir o conteúdo que publicamos sobre a banda desde 2014.

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