Este é um guia com as webséries lançadas pelo twenty one pilots. Todos os vídeos postados no nosso site foram legendados pela MKBR e nossa equipe de tradução. Caso queira compartilhar os vídeos em seu site ou rede social, pedimos que nos dê os devidos créditos.

A banda posta séries de vídeos sempre que está em turnê. É uma maneira de se aproximar dos fãs e mostrar o que eles sentem e o que acontece nos bastidores. Organizamos as webséries por eras (períodos de divulgação de seus respectivos álbuns). Clique nos títulos das webséries para visitar as páginas individuais delas e assistir aos episódios.

Era Regional at Best (2011-2012)

Regional at Best: The Web Series (2011)

Série de 7 episódios cobrindo os momentos anteriores ao lançamento do segundo álbum da banda e os shows de divulgação.


Era Vessel (2013-2014)

[EM BREVE]

vídeos da Quiet Is Viølent World Tour (2014)


Era Blurryface (2015-2017)

twenty one pilots goes east (2015)

“twenty one pilots vai para o Leste”: série de 6 vídeos da banda em sua viagem para os shows da Blurryface Tour na Oceania e na Ásia em 2015.

Blurryface Tour Highlights (2015)

Série de 10 episódios cobrindo a turnê de divulgação americana do Blurryface.

Blurryface Tour Canada (2016)

Dois episódios que resumem a passagem do twenty one pilots pelo Canadá.

Emotional Roashow Highlights (2016)

Série de 10 episódios mostrando os principais acontecimentos da ERS em 2016.

Sleepers (2017)

Série de 5 episódios documentando os últimos shows da ERS em 2017. Cada episódio tem o nome de uma faixa do Blurryface e traz uma versão acústica da respectiva canção.


Era Trench (2018-)

Banditø Tour (2018)

[EM BREVE]


Extras

[EM BREVE]


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Comunicado

Por decisão unânime, a equipe da Mutant Kids Brasil decidiu dar uma pausa indeterminada nas atividades do portal.

No dia 02 de setembro de 2020, Tyler Joseph demonstrou indiferença a causas sociais que são importantes para nós e por isso não nos sentimos mais confortáveis em continuar o nosso trabalho de cobrir a banda twenty one pilots.

Depois de meses recebendo mensagens de fãs pedindo que ele se posicionasse em suas plataformas digitais em relação a tópicos importantes, como o movimento Vidas Negras Importam nos EUA e a crescente onda de homofobia na Europa, Tyler publicou uma foto usando tênis de plataforma (salto) como piada, dizendo que estava sim usando sua plataforma.

Horas depois de causar controvérsia, ele começou a falar sobre saúde mental, dizendo que é essa a sua causa, e que ele já carrega peso demais, mas que admira quem batalha por outras causas.

Não é a primeira vez que ele diz algo assim. Em 2016, quando o casamento homoafetivo foi enfim legalizado nos EUA (país onde Tyler mora), ele ficou em silêncio. Ao ser perguntado sobre o que ele achava, Tyler publicou uma mensagem dizendo que não havia postado sobre isso porque "qualquer outra causa, não importa o quão nobre seja, torna-se um peso grande demais para carregar". Ele pediu paciência até que um dia ele "consiga carregar mais peso".

Isso nos leva a concluir que Tyler ainda não aprendeu a carregar o "peso" que nós somos, 4 anos depois. Não sabemos se faz sentido dedicar nosso tempo e energia a alguém que nos enxerga desta forma. A impressão que temos é que as nossas batalhas não são as mesmas, como ele dizia. E isso nos magoa.

Não achamos que todas as celebridades são obrigadas a se posicionar sobre tudo. Mas acreditamos que as pautas sobre identidade estão diretamente ligadas à saúde mental, base sobre a qual a banda construiu sua carreira. Tyler mencionou dados sobre depressão e suicídio, por exemplo, mas ele não olha mais fundo na questão. Há diversos estudos que relacionam esses males ao preconceito que pessoas negras e LGBTQ+ sofrem. É preciso enxergar os fãs.

Não estamos publicando esse texto como uma tentativa de convencer vocês a pensarem como nós. Assim como muitos defendem a opção de Tyler de não se pronunciar, esperamos que entendam a nossa perspectiva. Nossa equipe é e sempre foi diversa, com contribuição de pessoas de diferentes estados, grupos sociais, gêneros, sexualidade, religião e posicionamento político. Infelizmente, não nos sentimentos tão acolhidos pela banda como antigamente, e assim como diversos outros portais pelo mundo estamos tomando essa decisão.

O site, as redes sociais e o canal no YouTube continuarão no ar para quem quiser conferir o conteúdo que publicamos sobre a banda desde 2014.

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