twenty one pilots lançou uma nova websérie em celebração ao fim da Emotional Roadshow World Tour. A turnê começou no dia 31 de maio de 2016 nos Estados Unidos e acabou no dia 8 de abril de 2017 na Austrália.

Para documentar os últimos momentos da turnê, a banda está liberando vídeos com cenas exclusivas dos shows e dos bastidores e versões acústicas de canções do Blurryface (o episódio 4 não teve versão acústica). A direção é de Mark Eshleman, da Reel Bear Media. Os vídeos estão sendo postados no canal oficial da banda no YouTube e alguns dias depois postamos a versão com legendas em português nas nossas redes sociais. (Twitter | Facebook)

Você também pode assistir aos vídeos com legendas feitas por nós nos players a seguir:


Capítulo 01: We Don’t Believe What’s On TV (legendado)
Publicado em 15 de fev de 2017

Tyler e Josh se preparam para o primeiro show da ERS em 2017.
Josh fala sobre como sentiu falta de estar no palco.


Capítulo 02: Message Man (legendado)
Publicado em 6 de mar de 2017

As equipes das bandas jogam no estacionamento da arena de Pittsburgh.
Problemas técnicos atrapalham o show em Bozeman.


Capítulo 03: Hometown (legendado)
Publicado em 21 de mar de 2017

Os últimos shows nos Estados Unidos.
A despedida de Judah & The Lion e Jon Bellion.


Capítulo 04: Not Today (legendado)

Publicado em 25 de abr de 2017

Imagens da Emotional Roadshow na Europa em 2016.
Os últimos shows da Emotional Roadshow na Oceania em 2017.


Capítulo 05: Goner (legendado)

Publicado em 05 de julho de 2017.

Último capítulo. Os festivais em que twenty one pilots tocou em 2017.
O fim da era Blurryface com a Tour de Columbus.

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Comunicado

Por decisão unânime, a equipe da Mutant Kids Brasil decidiu dar uma pausa indeterminada nas atividades do portal.

No dia 02 de setembro de 2020, Tyler Joseph demonstrou indiferença a causas sociais que são importantes para nós e por isso não nos sentimos mais confortáveis em continuar o nosso trabalho de cobrir a banda twenty one pilots.

Depois de meses recebendo mensagens de fãs pedindo que ele se posicionasse em suas plataformas digitais em relação a tópicos importantes, como o movimento Vidas Negras Importam nos EUA e a crescente onda de homofobia na Europa, Tyler publicou uma foto usando tênis de plataforma (salto) como piada, dizendo que estava sim usando sua plataforma.

Horas depois de causar controvérsia, ele começou a falar sobre saúde mental, dizendo que é essa a sua causa, e que ele já carrega peso demais, mas que admira quem batalha por outras causas.

Não é a primeira vez que ele diz algo assim. Em 2016, quando o casamento homoafetivo foi enfim legalizado nos EUA (país onde Tyler mora), ele ficou em silêncio. Ao ser perguntado sobre o que ele achava, Tyler publicou uma mensagem dizendo que não havia postado sobre isso porque "qualquer outra causa, não importa o quão nobre seja, torna-se um peso grande demais para carregar". Ele pediu paciência até que um dia ele "consiga carregar mais peso".

Isso nos leva a concluir que Tyler ainda não aprendeu a carregar o "peso" que nós somos, 4 anos depois. Não sabemos se faz sentido dedicar nosso tempo e energia a alguém que nos enxerga desta forma. A impressão que temos é que as nossas batalhas não são as mesmas, como ele dizia. E isso nos magoa.

Não achamos que todas as celebridades são obrigadas a se posicionar sobre tudo. Mas acreditamos que as pautas sobre identidade estão diretamente ligadas à saúde mental, base sobre a qual a banda construiu sua carreira. Tyler mencionou dados sobre depressão e suicídio, por exemplo, mas ele não olha mais fundo na questão. Há diversos estudos que relacionam esses males ao preconceito que pessoas negras e LGBTQ+ sofrem. É preciso enxergar os fãs.

Não estamos publicando esse texto como uma tentativa de convencer vocês a pensarem como nós. Assim como muitos defendem a opção de Tyler de não se pronunciar, esperamos que entendam a nossa perspectiva. Nossa equipe é e sempre foi diversa, com contribuição de pessoas de diferentes estados, grupos sociais, gêneros, sexualidade, religião e posicionamento político. Infelizmente, não nos sentimentos tão acolhidos pela banda como antigamente, e assim como diversos outros portais pelo mundo estamos tomando essa decisão.

O site, as redes sociais e o canal no YouTube continuarão no ar para quem quiser conferir o conteúdo que publicamos sobre a banda desde 2014.

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